sexta-feira, 23 de outubro de 2015

3 Motivos Incomuns do Porquê das Pessoas Gostarem de Espiritualidade




Resumidamente:

1) Espiritualidade nos torna menos frustrados, porque nos ajuda a enxergar como há um propósito mais profundo por trás de tudo (isso inclui aquelas situações bem esquisitas e terríveis no trabalho que acontece com alguns dos seus colegas; que se dependesse de você tu nem daria bola pra elas em primeiro lugar) 

2) Praticando a auto-observação (que é uma prática espiritual bem comum), nos tornamos conscientes dos verdadeiros desejos de nossos corações - e reconhecemos como é importantes fazermos o que for necessário para transforma-los em realidade!)

3) Re-integrar todos os aspectos de quem somos de verdade nos torna "inteiro" novamente, e mais capaz de mudar nossa "vida" para algo que realmente valha a pena. Tudo isso graças a um entendimento maior do porque nós funcionamos do jeito que funcionamos.  

O motivo pelo qual pessoas se tornam tão irritantes quanto a qualquer vibe espiritual é simples. Se dedicar a alguma forma de prática espiritual mudou essas pessoas para melhor. Agora elas tão morrendo de vontade de compartilhar essa melhoria delas com você. Elas desejam que você viva os mesmos níveis de auto-realização que elas experienciaram. E motivo pelo qual essa mudança aconteceu antes de mais nada se deve a espiritualidade nos ajudar a colocar tudo em perspectiva.

Sabe, desde que nos tornamos adultos é quase como se tivessemos sido obrigados a calar a boca e engolir qualquer coisa que achávamos insatisfatória. Há coisas que não gostamos, e frequentemente nos tornamos incapazes de mudar essas coisas. A espiritualidade nos ajuda a entender que há um propósito mais profundo e verdadeiro por trás de toda experiência desagradável. Uma vez que você aprende que não há desventuras na vida, e sim, apenas bençãos disfarçadas, sua vida se torna bem menos frustrante.

Então, uma vez que a vida retoma seu propósito, e empecilhos se transformam em chaves para destrancas uma compreensão mais profunda das mecânicas da vida; isso nos providencia espaço o bastante para enxergar o que estamos realmente destinados a fazer com maior clareza. Você pode interpretar isso como alguma forma de chamado, ou algum tipo de "missão", mas nada mais é do que entrar em contato com o que realmente te motiva, e se comprometer a tal coisa. Se trata de se reconectar com seu coração e se tornar capaz de escutar e sentir pelo quê você é verdadeiramente apaixonado. E permitir com que essa paixão o guie. 

Você não se sente sobrecarregado por todas as limitações impostas pela sua situação atual de vida. Estar em contato consigo mesmo é algo tão legal que é o suficiente para te manter motivado, enxergar claramente através de todos os obstáculos que estiverem em seu caminho, e pacificamente trabalhar no seu jeito de transmutar os elementos que são parte da sua vida no mais grandioso preenchimento que seu coração já vivenciou. 

Se tornar ciente de qual é sua verdadeira "missão" é o que torna a vida interessante novamente. O motivo pelo qual não nos demos o trabalho de se importar com tudo que é espiritual, profundo, filosófico ou psicológico; é porque crescemos tão acostumados a manter um estilo de vida "seguro", porém superficial, que qualquer coisa que possa nos prover com experiências superiores soa como algo desagradável, entediante, desconfortável. Uma ameaça. Talvez esse seja o motivo do porque das pessoas irem bem longe vivendo suas vidas como workaholics ou baladeiros; sempre fazendo uma visita ou duas no terapeuta (ou no psiquiatra) mais cedo ou mais tarde. 

Vamos encerrar com aquela noção clássica do "reencontro com sua criança interior". Essa noção é algo bem importante na comunidade de "buscadores". E querendo ou não, por mais brega que essa noção possa soar, para se fortalecer é preciso abraçar todas as partes de quem você é. E muitas vezes, negligenciamos algo que era parte de quem realmente somos quando éramos crianças. 

Um exemplo pessoal: através da meditação, me tornei consciente de uma tendência que eu tinha quando era bem pequeno. Eu costumava observar as outras crianças brincando e se divertindo, mas nunca tinha a iniciativa de ir até elas; de socializar e participar da brincadeira. Eu sempre esperava ser convidado por elas, ao invés de espontaneamente me unir a elas. Eventualmente, eu me tornei orgulhoso e parei de sequer demonstrar que eu estava "disponível" - mas eu ainda, secretamente, desejava ser parte do grupo. Eu me tornei capaz de traçar esse comportamento da minha infância e observar como ele se desenvolveu até chegar na forma com que eu me comporto socialmente hoje. Foi uma experiência bem iluminadora!

Claro, pode haver muitos outros motivos um tanto pessoais - alguns óbvios, outros talvez extraordinários - do porquê da espiritualidade ser algo tão gostoso. Que tal compartilhar os seus? Poste nos comentários abaixo! 

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